
A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira (14), em Brasília, o empresário e ex-senador por Rondônia Mário Calixto Filho. Contra o empresário há mais de 100 processos, segundo o Superior Tribunal de Justiça (STJ), entre eles peculato e formação de quadrilha.
De acordo com nota do Ministério Público de Rondônia (MP), a prisão é resultado do trabalho de inteligência do MP, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e Centro de Atividades Extrajudiciais (Caex), e em conjunto com a Polícia Federal.
A prisão de Mário Calixto Filho é decorrente da Operação Titanic, deflagrada pela Polícia Federal em 2008, nos estados de Rondônia, Espírito Santo e São Paulo.
Mário Calixto foi senador por Rondônia na condição de 1° suplente na vaga deixada por Amir Lando, que assumiu o Ministério da Previdência Social em 2007.O empresário está preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília.
Foi detectada na operação Termópilas, uma grande influência do empresário no Detran- Departamento Estadual de Trânsito. Ao ser preso, Mário Calixto almoçava junto com um assessor do senador Acir Gurgacz (PDT) identificado por Albuquerque.
Foragido da justiça de Rondônia, respondendo a mais de 140 processos judiciais e com mandado de prisão expedido ano passado, o empresário Mário Calixto Filho, proprietário do jornal O Estadão, aparece em diversas gravações feitas pela Polícia Federal na Operação Termópilas. São conversas longas, com seu sobrinho Mário André. Em novembro de 2011 o Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve o pedido de prisão do empresário de 61 anos, que vinha conseguindo “dar um baile” nas autoridades.
Em uma das conversas Calixto revela que esteve em Cuba, Estados Unidos, Panamá e naquele momento estava em Ji-Paraná. Mesmo com o mandado de prisão expedido.
Com informações Rondonoticias
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